Maternidade Animal: As mais lindas Raposinhas Bebês


Vamos dar as boas vindas a estes lindos bebês, que nasceram no Jardim Zoológico de Everland,  o fotógrafo Cherl Kim registrou tudo! Pela primeira vez em nossa coluna “Maternidade Animal” as inconfundíveis Raposinhas Fennec! Suas orelhas enormes e retas ajudam a ouvir o menor dos sons, podendo até escutar insetos andando sobre a areia. A outra vantagem do tamanho de suas orelhas é que elas servem como um resfriador do seu corpo: expelem o excesso de calor, ajudando o animal a permanecer frio no calor do deserto. As Raposas Fennec fazem parte do Plano de Sobrevivência das Espécies, administrado pelo Jardim Zoológico de St. Louis. 


A menor espécie de raposa, denominada Fennec, é originária do deserto de Saara, na África. Ela vive do leste de Marrocos até o Sudão e o Egito.

Quando adulto, este animal pesa menos de 3 quilos. Alimenta-se de insetos, de pequenos roedores, de ovos de passarinhos e de plantas do deserto.

A coloração de seu fino pêlo vai desde o amarelo bem claro até o creme, com pontas brancas e algumas manchinhas pretas. Estes animais se misturam com facilidade com a areia do deserto.

A sola de suas patas é coberta por um pêlo grosso, para protegê-lo da areia quente. É um animal noturno, muito ágil, bom saltador e cava o solo com grande rapidez. Como outros animais noturnos, esta raposa tem a visão como um binóculo, que possibilita enxergar bem no escuro, facilitando a sua caçada.

Um casal pode permanecer junto por alguns anos. Durante o cio, o macho é extremamente agressivo e marca o território com sua urina. Ele defende a fêmea antes e durante o nascimento das crias.

O período de gestação desta raposa dura de 50 a 52 semanas. Podem nascer de três a cinco filhotes, mas normalmente só nascem dois. A amamentação dura de 9 a 10 semanas. Os olhos dos filhotes só abrem depois de quatorze dias quando começam a comer a presa, a comida que seus pais lhes trazem. Pai e mãe dividem a responsabilidade em cuidar dos filhos.

As raposas do deserto moram em cavernas que podem conter uma série de túneis. As tocas são compartilhadas por grupos, que podem ser até de mais 10 raposas.

Essa vida noturna e subterrânea reduz a necessidade de regular a temperatura. Por isso, essa espécie de raposa é totalmente adaptada a viver no deserto e pode passar longos períodos sem necessitar de água.

Quando essa raposa pega sua presa, a leva para seu esconderijo antes de comê-la. É uma espécie muito ciumenta de sua alimentação, briga pela comida, gritando, batendo e empurrando. Mesmo que às vezes tenha que dividir com os da sua família, certamente, gostaria de ter a comida só para si.

A raposa Fennec tem poucos inimigos: cobras e gatos do deserto são os mais perigosos, mas ela corre de seus predadores. Outros inimigos possíveis são a hiena e o chacal e o que a livra deles são os seus excelentes instintos e sentidos.

Porém, seu grande inimigo é o homem. Os árabes nômades do deserto do Saara, depois de caçá-la ainda jovem, a vende em vilas e cidades, onde é presa em gaiolas e cevada para depois ser comida!

Também é vendida como animal de estimação, e faz sucesso pelo seu tamanho. Quando domesticada, gosta de comida quente, batata frita, passas e vegetais frescos.

Por ser muito caçada, tornou-se um animal raro ou quase em extinção, e atualmente a espécie é protegida por órgãos internacionais que são responsáveis pela fauna e a flora.

Fonte: http://www.everland.com

Maternidade Animal: Conheça Ruth, a pequena bebê preguiça!


Vamos conhecer a bebê Ruth, ela nasceu no Rosamond Gifford Zoo abaixo do peso, Ruth recebeu um tratamento intensivo a base de um cardápio nutricional. Agora Ruth é feliz e saudável, tão ativa como uma preguiça deveria ser. As preguiças não estão na lista de espécies ameaçadas de extinção. No entanto, seu habitat está sendo rapidamente destruído, deixando-as vulneráveis e sem lar, causando a diminuição de sua população. Elas fazem parte de um Plano de Sobrevivência das Espécies (SSP) – um esforço de colaboração entre a Associação de Zoos e Aquários e zoológicos em todo o mundo para ajudar a garantir a sua sobrevivência.

 

Fonte: Rosamond Gifford Zoo

Maternidade Animal: Cinco lindas lontras bebês


Pela primeira vez em mais de 20 anos, o Jardim Zoológico de Santa Barbara está ouvindo os gritos de alta frequência dos bebês de Lontras asiáticas. Estas lontrinhas estarão entre os bebês mais divertidos e ativos do Zoo, mas por enquanto eles estão curtindo seus papais. Nos próximos três meses, seus olhos se abrirão completamente, as suas garras surgirão e irão receber aulas de natação em águas rasas tendo seus pais como instrutores. Esta é considerada uma espécie vulnerável, e faz parte do Plano de Sobrevivência de Espécies ( SSP ) para assegurar a diversidade genética saudável para a espécie nos Zoológicos da América do Norte. 

Evolução dos bebês:

Lontras asiáticas costumam manter seus filhotes em suas tocas, até que tenham idade suficiente para nadar em segurança e até que seus dentes cresçam para que possam comer alimentos sólidos (peixe). Em cativeiro, a preocupação é que os filhotes ainda não são capazes de mergulhar com segurança em uma piscina profunda.  

A evolução esperada dos bebês acontece da seguinte forma: 

20 dias: Olhos abertos (cerca de 10 de setembro) 

30-35 dias: Nascem os primeiros dentes (final de setembro) 

35 dias: aulas de natação, primeiro lugar em águas muito rasas (final de setembro)

55 dias: Natação em 4 centímetros de água (meados de Outubro)

70-90 dias: Natação em 2 metros de profundidade (possibilidade de acesso a piscina rasa, início de novembro) 

90 dias: Mergulho completo em águas profundas (final de Novembro) 

Embora estas lontras não estejam listadas como ameaçadas de extinção, elas estão seriamente ameaçadas pela destruição do seu habitat, caça e poluição. São consideradas uma “espécie indicadora” – sua população indica a qualidade de seu habitat e a saúde de outras espécies.

Sobre as lontras asiáticas 

Esta espécie, a menor lontra do mundo, vive em pântanos de água doce e mangues no sudeste asiático, incluindo o sul da Índia e da China, Indonésia, Filipinas, Bornéu, e da península malaia. Preferem águas calmas e córregos de fluxo lento, para pescarem e para a natação. Ao contrário das lontras do mar, elas gastam mais tempo em terra do que na água, mas são hábeis, ágeis nadadoras e mergulhadoras, com grande resistência. Podem ficar submersos por 6-8 minutos. Chega a 2 metros de comprimento e pode pesar até 10 quilos, menos da metade do tamanho de lontras da América do Norte.

Elas são uma das poucas espécies de lontras que vivem em grupos sociais. A ligação entre os pares acasalados de lontras asiáticas é muito forte. O casal cria os filhotes e são muito dedicados a esta tarefa. Em estado selvagem, lontras asiáticas vivem em grupos familiares de até 12 indivíduos. Toda a família ajuda a cuidar dos jovens, que estão entre os mais ativos e brincalhões dos filhotes do Reino Animal.

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Maternidade Animal: Mamãe Orangotango dá a luz aos 41 anos


Olá Amigos!

Estamos inaugurando mais uma coluna, chamada Maternidade Animal, onde iremos publicar a chegada dos mais lindos bebês do Reino Animal!

Começamos com boas notícias vindas do Zoológico de Tel Aviv . Rochale, uma fêmea Orangotango com 41 anos, deu à luz um bebê saudável. Uma década atrás, Rochale havia dado à luz ao último bebê orangotango nascido no Zoo. Durante este tempo, muitas tentativas foram feitas para expandir a população do orangotango no centro, incluindo trazer duas fêmeas jovens, Sisi e Tusi, da Alemanha. Para a surpresa de todos, Rochale, a mais velha do grupo, é a nova mamãe, pela segunda vez!

Rochale tem experiência na criação de bebês, e não temos dúvidas de que é uma ótima Mamãe!

Fotos: Tibor Jager / Tel Aviv Zoological Center

Uma incrível história de amor animal!


Um par de filhotes de tigre de Sumatra vivendo como irmãos com dois filhotes de orangotangos, todos foram abandonados ao nascer, se tornaram inseparáveis depois de dividir a maternidade em um zoológico na Indonésia.

Os quatro têm vivido lado a lado sem problemas, embora isso vá contra seus instintos naturais.

A Veterinária responsável disse ”Isso é raro e nunca iria acontecer na selva”, ”Assim como bebês humanos, eles só querem brincar.”

Fonte: BBC News

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