Maternidade Animal: Lindo bebê leopardo da neve


Anunciamos a chegada de mais um lindo filhote, desta vez um raro leopardo da neve. Que nasceu no dia 10 de janeiro no Zoológico de Chattanooga, nosso bebê está crescendo rapidamente. A equipe de conservação das espécies ameaçadas comemora mais este nascimento, pois nesta época do ano são muito raras. Os leopardos da neve estão ameaçadas em seu habitat natural e instituições como o Jardim Zoológico de Chattanooga desempenham um papel fundamental na conscientização de sua situação em seus habitats ameaçados.

O Leopardo-da-neve (Uncia uncia) é um felino que habita as grandes altitudes geralmente em elevações entre 3000 e 4500 m, as vezes acima de 5500 m. Encontrado no Tibete, Nepal, Índia, Paquistão, Himalaia e monte Everest.

Sua pelagem, uma das mais belas dentre todos os felinos, é macia e espessa, de pêlos longos e sedosos é útil para se esconder ou se camuflar na neve e caçar suas presas por emboscada. Também apresenta adaptações para a vida em altas altitudes incluindo uma cavidade nasal larga e membros curtos.

Sua alimentação consiste de aves, roedores como a marmota e a lebre, e pequenos mamíferos como o carneiro-selvagem. Cada leopardo possui um vasto território no qual vagueia constantemente em busca de alimento.

Embora habite regiões remotas e de difícil acesso, atualmente o leopardo-da-neve se encontra na lista de espécies ameaçadas de extinção porque seus ossos, sua pele e alguns de seus órgãos são utilizadas pela medicina asiática para a produção de remédios.

Durante séculos foram alvo de mistério e folclore. Pessoas dos vilarejos acreditam que os leopardos da neve não comem a carne de suas presas, apenas tomam seu sangue (devido aos pequenos orifícios deixados por seus caninos, quando eles sufocam suas vítimas e pelos exemplos do abandono da presa antes da alimentação, quando são molestados pelos nativos).

São caçadores oportunistas, que podem predar desde um Yak (que pesa mais de 200 kg) até um pequeno veado almiscarado (que pesa somente 10 kg). Podem predar aves como o faisão ou as pequenas marmotas.

Fonte: Zooborns

Pequeno ursinho polar descobre a neve pela primeira vez


O pequeno bebê de 3 meses brinca feliz na neve junto a sua mamãe, muito brincalhão adora morder as patas da mamãe e rolar na neve!

Fonte: Zooborns

Maternidade Animal: Filhote de guepardo ganha mãe adotiva para sobreviver


O bebê guepardo não está mais sozinho


O pequeno bebê guepardo foi o primeiro guepardo a nascer no centro americano e em cativeiro no país desde 2005.

No entanto, ser filho único poderia significar a sua morte e por isso ele teve que ser separado da mãe, segundo a equipe do instituto.

Mamãe postiça


Por causa das dificuldades em amamentar um só rebento, ao terem apenas um filhote as fêmeas que vivem na natureza geralmente deixam o filho morrer e tentam cruzar novamente para produzir uma ninhada maior, o que faz com que a taxa de mortalidade dos pequenos guepardos na África, seu habitat natural, seja de 70%.

“Se tiver somente um filhote, a fêmea do guepardo não consegue produzir leite suficiente para alimentá-lo, e há um risco grande de ele morrer”, disse Adrienne Crosier, bióloga da instituição.

Novo irmãozinho


Depois do nascimento, os veterinários e pesquisadores do instituto decidiram criar o filhote durante 13 dias, longe de sua mãe, Amani, até que outra fêmea mais experiente, Zazi, desse à luz sua própria filhote, uma fêmea.

Para garantir que os dois bebês sobreviveriam, a equipe colocou o filhote macho dentro do cativeiro de Zazi, para ver se ela criaria os dois.

“Dentro de uma hora, estava amamentando os dois”, disse Crosier.

Carinho de mãe


Os dois filhotes estão saudáveis e serão examinados periodicamente para detectar possíveis doenças genéticas.

Eles devem ficar com Zazi por mais um ano até serem transferidos para outros centros de criação no país.

Devido à pouca variedade em seus genomas, os guepardos são frequentemente vítimas de vírus e doenças genéticas. Por isso, são classificados como “vulneráveis” na lista de animais ameaçados da União Internacional para Conservação da Natureza.

Risco de extinção


Os pesquisadores acreditam que há entre 7,5 mil e 10 mil guepardos no mundo, contra 100 mil no começo do século 20.

O procedimento fazer com que uma mãe guepardo “adote” um filhote não é simples e, segundo os biólogos do Instituto Smithsonian, poucas instituições americanas conseguiram.

Nos últimos cinco anos, segundo a equipe do instituto, os nascimentos de guepardos em cativeiro nos Estados Unidos diminuíram drasticamente, já que as fêmeas estão mais velhas e têm dificuldade para se reproduzir após os oito anos de idade.

Menos de 18% da população de guepardos criada no país já se reproduziu.

Fonte: Msn Verde

Maternidade Animal: O pequeno ursinho polar bebê nasceu


Pela primeira vez na semana passada, a mamãe ursa ”Malik” persuadiu seu filhote de três meses a idade a sair de seu recanto acolhedor para uma pequena aventura ao ar livre, no Zoológico de Aalborg, na Dinamarca. 

Os veterinários do jardim zoológico ainda não haviam sido capazes de analisar com segurança o filhote, o sexo ainda é indeterminado. Infelizmente, o aquecimento global ameaça o habitat dos ursos polares, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificou o urso polar como vulnerável à extinção.

Fonte: Zooborns

Maternidade animal: O mais lindo bebê coala do mundo


Vamos dar as boas vindas a este lindo e fofinho bebê Coala, ele nasceu no Zoo de Riverbanks e não desgruda de sua mamãe Lottie por nada.

Características

O coala tem a cabeça grande, o focinho curto e os olhos bem separados. Tanto os membros anteriores como os posteriores possuem cinco dedos. O polegar das patas posteriores é bastante pequeno, não sendo dotado de garras. Os outros dedos são fortes e terminam em garras alongadas.

A pelagem é densa e sedosa, desempenha papel importante na regulação térmica e na proteção dos agentes atmosféricos. Como o coala não constrói um abrigo, dorme exposto ao sol e a chuva. A pelagem do dorso é muito densa e de uma coloração escura que absorve o calor. Torna-se mais escassa durante o verão e mais cumprida durante o inverno.

Possui um bom senso de equilíbrio e músculos possantes nas coxas, e quando escala uma árvore, a falta de cauda é compensada pelos dedos bastante largos e pelas garras muito desenvolvidas.

Habitat natural

Os coalas e a maioria dos marsupiais só são encontrados na Austrália. Sua abundância na Austrália deve-se à separação entre aquele continente e outras massas terrestres antes que os mamíferos placentários pudessem se estabelecer ali. O coala acabou por ser vítima da caça e da destruição do seu habitat florestal. Antes da chegada do homem branco, em finais do século XVII, este marsupial ocupava uma superfície três vezes mais vasta do que a atual. Este animal foi recentemente introduzido ou reintroduzido em algumas ilhas perto da costa, bem como no interior do país. Estas novas populações foram o fruto de estudos científicos que deram valiosa contribuição para o conhecimento dos comportamentos da espécie.

Reprodução e gestação

A época de reprodução dos coalas dura cerca de quatro meses. Neste período, os machos sexualmente maduros exploram o seu território, atraindo as fêmeas no cio, e enchem o local de marcas odoríferas, emitindo simultaneamente um som semelhante a um mugido. As fêmeas demonstram em geral grande agressividade com relação aos machos, os quais repelem violentamente. O acasalamento, que dura alguns segundos, dá-se em posição vertical sobre um galho de eucalipto. Depois que terminada a conjunção, os companheiros se separam. O macho não se ocupa do sustento do filhote: tal coisa compete à fêmea, que só tem uma gravidez por ano e geralmente só dá luz à um filhote; muito raramente dois. A gestação dura em média 35 dias.

Filhote

O coala é muito pouco desenvolvido ao nascer. Pesa apenas 0,5 g e tem menos de 20 mm de comprimento. O corpo é nu, cor-de-rosa e raiado de vasos sanguíneos; os olhos e os ouvidos estão fechados; a boca, as narinas e as patas posteriores são apenas um esboço. Somente as patas anteriores são suficientemente robustas para lhe permitir executar sozinho o fatigante trajeto até a bolsa ventral da genitora e ali permanecer agarrado a uma das duas mamas.

Por volta dos cinco meses e meio, a cria começa a sair do seu tranqüilo abrigo, mas não se afasta muito da mãe e, ao primeiro sinal de perigo, torna a entrar ou então emite uma espécie de vagido.

Aos 6 meses, o coala está coberto de pêlos, mede cerca de 20 cm e pesa entre 400 e 500 g. Durante os primeiros meses de vida, o regime alimentar do coala é muito especial: ele consome uma papa que é constituída de folhas de eucalipto pré digeridas que sai do intestino da mãe.

A permanência fora do refúgio vai aumentando e, aos 8 meses, torna-se definitiva. A partir daí, o jovem só enfia a cabeça no marsúpio quando tem de mamar. Durante as peregrinações noturnas, a mãe ainda o transporta sobre o dorso.

Com cerca de 1 ano de idade, o filhote está completamente desmamado. Caso se trate de uma fêmea, só irá se afastar da mãe quando for à procura de um território próprio. Mas se for macho, será expulso na época reprodutiva pelo macho residente.

Predadores e ameaças

A maior ameaça para os Coalas é o próprio homem, que vem destruindo seu habitat e o caçando indiscriminadamente. Na natureza o coala tem poucos predadores, o mais importante é o Canis dingo – um cachorro selvagem – que mata os coalas velhos ou doentes. O coala é uma presa fácil por causa dos seus hábitos sedentários e devido aos seus movimentos lentos. Quando pressente um perigo vindo do solo, tem o costume de se esconder em vez de fugir.

Fonte: www.riverbanks.org

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